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MTur discute atividade turística nas Serras Gerais

Evento realizado em Tocantins reuniu cerca de 200 pessoas para discutir cenários e perspectivas do desenvolvimento do turismo na região

  • Publicado: Terça, 01 de Outubro de 2019, 20h02
  • Última atualização em Terça, 01 de Outubro de 2019, 20h02
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 Por Vanessa Castro

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Equipe MTur, trade turístico e pequenos empresários no Fórum  “Efeitos do Turismo no Desenvolvimento Regional”. Crédito: Divulgação.

O Ministério do Turismo participou, na última sexta-feira (20.09), Natividade (TO), do Fórum “Efeitos do Turismo no Desenvolvimento Regional”. O evento, promovido em parceria com o Sebrae local, reuniu cerca de 200 pessoas entre pequenos empresários, instituições do trade turístico e poder público.

Dentre os temas debatidos, o turismo como fator de desenvolvimento regional, o associativismo e o cooperativismo como agentes de desenvolvimento e as oportunidades de crédito e financiamentos para o turismo.

Para a coordenadora-geral de Mapeamento e Gestão Territorial do Turismo, Ana Carla Fernandes, que participou do Fórum, o debate foi construtivo para o desenvolvimento da Política Pública de Turismo da Região Turística das Serras Gerais. “Foi de grande valia discutirmos, junto aos representantes do setor público e privado de toda a região, a estruturação e o ordenamento do turismo, bem como sobre a regionalização e os programas de financiamento do MTur. Precisamos unir forças para criar soluções eficazes e que agreguem no âmbito do turismo da região”, ressaltou a coordenadora.

Também estiveram presentes a coordenadora-geral de Sustentabilidade e Turismo Responsável, Gabrielle Nunes, e o chefe de gabinete do ministro do Turismo, Hercy Filho.

SERRAS GERAIS - Localizada entre os municípios de Aurora do Tocantins e Taguatinga (sudeste do Estado), as Serras Gerais do Tocantins fazem parte da maior cadeia de serras do Brasil. Além das maravilhas naturais, guardam tradições, arquitetura colonial, história e cultura, como as Cavalhadas, as festas do Senhor do Bonfim e do Divino Espírito Santo. Essas festas folclóricas e religiosas foram herdadas do colonialismo e da era do ciclo do ouro, como em Natividade, quando o município era grande produtor de joias.

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A dança suça nas Ruínas de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, Natividade (TO). Crédito: Divulgação.

Edição: Rafael Brais

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